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(Atualizada) Acrônimo: 7ª fase investiga esquema de lavagem de dinheiro

Operação, autorizada pelo STJ, envolveu dois mandados de condução coercitiva e quatro de busca e apreensão no DF, em SP e no PR

A Procuradoria-Geral da República e a Polícia Federal deflagraram, nesta terça-feira, 13 de setembro, a 7ª fase da Operação Acrônimo, com foco em Felipe Torres. A operação, autorizada pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), envolveu dois mandados de condução coercitiva e quatro de busca e apreensão no Distrito Federal, em São Paulo e no Paraná. A suspeita é que houve crime de lavagem de dinheiro.

Felipe Torres foi sócio em um restaurante que teria recebido, segundo investigações, R$ 800 mil para uma reforma a partir de contrato simulado. O caso tramita no STJ em um inquérito que é desdobramento da Operação Acrônimo. Os recursos destinados à obra seriam parte dos R$ 20 milhões que o governador, quando era ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, teria recebido da montadora Caoa em troca de isenção fiscal, conforme denúncia formulada na Ação Penal 836, que tramita no STJ.

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