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MPF e Secretaria de Segurança da Paraíba celebram acordo de cooperação para intercâmbio de banco de dados

Órgãos também assinaram termo objetivando troca de experiências em cursos e treinamentos

Representantes do Ministério Público Federal (MPF) e da Secretaria de Estado da Segurança e da Defesa Social da Paraíba celebraram, nesta segunda-feira (8), acordo de cooperação técnica cujo objetivo central é o intercâmbio de banco de dados, com facilitação dos meios de consulta e disponibilização de informações. Outro acordo estabelecido foi com relação à troca de experiências em cursos e treinamentos realizados pelos dois órgãos, objetivando a capacitação e o aperfeiçoamento dos quadros de segurança das instituições.

Assinaram o termo de cooperação o procurador-chefe do MPF na Paraíba, Marcos Queiroga, e o secretário de Segurança Cláudio Lima.

“Estamos investindo numa estrutura de investigação mais profissional para o MPF, e essa parceria com a Secretaria de Segurança já está sendo de fundamental importância. O trabalho dos órgãos de segurança acaba tendo a mesma finalidade, que é o bem da população”, declarou o procurador-chefe do MPF.

Já o secretário de Segurança enfatizou que, cada vez mais, o crime organizado vem ganhando força no País e, para amenizar a situação, os órgãos do sistema de contenção da criminalidade e de combate à corrupção devem trabalhar unidos, em parceria, como ocorreu em outros países que conseguiram superar a problemática.

O procurador da República Rodolfo Alves Silva, membro responsável pela Seção de Pesquisa e Análise Descentralizada (Sepad) do MPF na Paraíba, avaliou como positiva a parceria entre os órgãos. Assim como Marcos Queiroga, Rodolfo acha de fundamental importância o trabalho conjunto em prol do combate ao crime organizado e à corrupção.

“O combate ao crime é feito com a coparticipação de várias instituições e órgãos. É um trabalho sistemático que é reforçado e, por isto, atinge melhores resultados quando a integração é a base em busca de um objetivo comum. Nesse cenário, o compartilhamento de informações é peça indispensável para o eficiente funcionamento do sistema de combate à corrupção”, sublinhou Rodolfo Alves.

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