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MPF repudia criação de “patrulha indígena” na TI Guarita

Entendimento do procurador Guilherme van Hombeeck pelo arquivamento foi corroborado pela 7ª Câmara de Coordenação e Revisão do MPF

A promoção de arquivamento, realizado pelo Ministério Público Federal (MPF) em Palmeira das Missões/RS, do pedido de criação de uma patrulha indígena encarregada do policiamento ostensivo da Terra Indígena (TI) do Guarita foi aceito pela 7ª Câmara de Coordenação e Revisão do MPF.

O procedimento para criação de uma patrulha de segurança formada por policiais e índios indicados pelas lideranças da TI, havia sido instaurado a partir de requerimento feito pelo então cacique, Valdonês Joaquim, que encontra-se preso pelo suposto envolvimento em assaltos a agências bancárias em Miraguaí/RS.

No entendimento do procurador da República em Palmeira das Missões, Guilherme van Hombeeck, é temerária a proposta apresentada pelo ex-cacique. Salienta, também, que é desnecessário a criação da patrulha, uma vez que a Brigada Militar acatou recomendação expedida pelo MPF pedindo a adoção de providências para assegurar o policiamento ostensivo no interior da Terra Indígena Guarita.

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