Operação Solidária: Francisco Fraga condenado em quatro ações penais por lavagem de dinheiro
Ex-secretário de governo da prefeitura de Canoas teve ordem de prisão expedida contra si na segunda-feira, dia 23
A Justiça Federal emitiu ordem de prisão no dia 23, contra o ex-secretário de governo da prefeitura de Canoas, Francisco Fraga, condenado em quatro ações penais pelo crime de lavagem de dinheiro dentro da Operação Solidária.
Fraga havia sido alvo de denúncia do Ministério Público Federal no Rio Grande do Sul em agosto de 2009, junto a outras dezoito pessoas por conta de ocultação e dissimulação de dinheiro ilícito, obtido graças a fraudes que custaram ao município de Canoas um prejuízo da ordem de R$ 10 milhões. Ele foi condenado a seis anos e 11 meses de prisão em regime inicial semiaberto.
Após a confirmação da sentença da Justiça Federal gaúcha pelo Tribunal Regional Federal na 4ª Região, foi emitida a ordem de prisão contra Fraga, que se entregou à Polícia Federal em Porto Alegre na última quinta-feira, dia 26.
A pena – O MPF pediu à Justiça Federal a unificação das penas nas quatro ações em que Fraga foi condenado por lavagem de dinheiro. As quatro ações tratavam do mesmo tipo criminal, porém, cada uma enfocava um episódio onde o réu procurou ocultar patrimônios “adquiridos com recursos provenientes de crimes contra a administração pública, mediante a registro/movimentação em nome de terceiros”.
O MPF apontou também que “as condições de tempo, lugar e maneira de execução foram as mesmas, ocorrendo as condutas, no interregno de 2003 a 2009, sempre ocultando e dissimulando a propriedade de bens, imóveis residenciais e ativos, nas cidades de Tramandaí e Canoas”.
A denúncia – Fraga foi denunciado pelos crimes de lavagem de dinheiro e formação de quadrilha pela procuradora da República Patrícia Núñez Weber dentro da Operação Solidária, que apontava o ex-secretário como sendo a peça fundamental na engrenagem de corrupção. A denúncia do MPF alertava também que Fraga era descrito como “prefeito de fato” em Canoas, tamanha a sua importância nas decisões políticas da municipalidade.
A Solidária desbaratou um esquema de fraudes que datava desde o ano de 2001, tendo fraudado recursos da merenda escolar do município de Canoas, na execução das obras de engenharia do projeto Pró-Canoas, na terceirização do programa Saúde da Família e na construção do Hospital de Pronto Socorro Nelson Marchezan.
Fraga havia sido alvo de denúncia do Ministério Público Federal no Rio Grande do Sul em agosto de 2009, junto a outras dezoito pessoas por conta de ocultação e dissimulação de dinheiro ilícito, obtido graças a fraudes que custaram ao município de Canoas um prejuízo da ordem de R$ 10 milhões. Ele foi condenado a seis anos e 11 meses de prisão em regime inicial semiaberto.
Após a confirmação da sentença da Justiça Federal gaúcha pelo Tribunal Regional Federal na 4ª Região, foi emitida a ordem de prisão contra Fraga, que se entregou à Polícia Federal em Porto Alegre na última quinta-feira, dia 26.
A pena – O MPF pediu à Justiça Federal a unificação das penas nas quatro ações em que Fraga foi condenado por lavagem de dinheiro. As quatro ações tratavam do mesmo tipo criminal, porém, cada uma enfocava um episódio onde o réu procurou ocultar patrimônios “adquiridos com recursos provenientes de crimes contra a administração pública, mediante a registro/movimentação em nome de terceiros”.
O MPF apontou também que “as condições de tempo, lugar e maneira de execução foram as mesmas, ocorrendo as condutas, no interregno de 2003 a 2009, sempre ocultando e dissimulando a propriedade de bens, imóveis residenciais e ativos, nas cidades de Tramandaí e Canoas”.
A denúncia – Fraga foi denunciado pelos crimes de lavagem de dinheiro e formação de quadrilha pela procuradora da República Patrícia Núñez Weber dentro da Operação Solidária, que apontava o ex-secretário como sendo a peça fundamental na engrenagem de corrupção. A denúncia do MPF alertava também que Fraga era descrito como “prefeito de fato” em Canoas, tamanha a sua importância nas decisões políticas da municipalidade.
A Solidária desbaratou um esquema de fraudes que datava desde o ano de 2001, tendo fraudado recursos da merenda escolar do município de Canoas, na execução das obras de engenharia do projeto Pró-Canoas, na terceirização do programa Saúde da Família e na construção do Hospital de Pronto Socorro Nelson Marchezan.

