Ação conjunta do MPF e SRT em Goiás promovem interdição do Hospital Materno Infantil
O Ministério Público Federal em Goiás (MPF) e a Superintendência Regional do Trabalho em Goiás (SRT/GO) entregaram, na manhã desta terça-feira (30), o Termo de Interdição (TI) do Hospital Materno Infantil (HMI), em Goiânia. Receberam o documento representantes da Secretaria Estadual de Saúde de Goiás (SES/GO) e do Instituto de Gestão e Humanização (IGH), organização que administra a unidade.
A partir de agora fica proibida a entrada de novos pacientes até a total regularização da farmácia do HMI. O abastecimento suficiente e seguro da farmácia deve ser comprovado e assinado pelos responsáveis técnicos, farmacêuticos da unidade, e entregue à SRT/GO, ao MPF e ao Ministério Público do Trabalho.
Termo de Interdição – o TI é resultado de uma auditoria minuciosa feita pela SRT/GO e acompanhada pelo MPF, desde janeiro deste ano, que constatou a situação caótica suportada por trabalhadores e pacientes do HMI em função da total precariedade das instalações.
A auditoria identificou, entre outras irregularidades, péssima estrutura arquitetônica e hidráulica; superlotação e degradação predial; risco de degradação de medicamentos nos postos de enfermagem; insuficiência de medicamentos; ineficiência do controle de pragas e vetores e completa desorganização ocupacional imposta aos trabalhadores.
Prazo – a SES/GO e o IGH têm o prazo de dez dias úteis, a partir desta terça-feira (30), para apresentar um plano de contingência em relação ao HMI. De acordo com o procurador da República Ailton Benedito, por ora, o hospital permanece interditado.
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Confira algumas imagens do HMI feitas por ocasião da auditoria da SRT/GO.

