MPF e MP/RJ celebram cooperação técnica para compartilhar conhecimento, tecnologia e informações no combate ao crime
Com vigência de 60 meses, convênio busca unir forças na atuação coordenada entre as instituições no combate à criminalidade
O Ministério Público Federal (MPF), pela Procuradoria da República no Rio de Janeiro (PR/RJ), e o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MP/RJ) celebraram, na última segunda-feira (16), termo de cooperação técnica para o intercâmbio de tecnologias, conhecimentos e informações, com o fim de fortalecer a atuação coordenada entre as instituições no combate à criminalidade.
Com vigência de 60 meses, a parceria estimula boas práticas na área da gestão do conhecimento e combate à criminalidade, permitindo o compartilhamento de recursos indispensáveis à organização estratégica das instituições, que não pode ser deixados de lado por órgãos que cuidam de relevantes interesses sociais.
“Esse termo de cooperação formaliza uma parceria que já existe há algum tempo, estreitando os laços entre o Ministério Público Federal e o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, permitindo o compartilhamento do conhecimento, das técnicas de investigação e instrumentos tecnológicos utilizados pelos órgãos no combate à macrocriminalidade,” analisa o coordenador da força-tarefa da Lava Jato no Rio de Janeiro, Eduardo El Hage.
O acordo foi assinado pelo procurador-geral de Justiça, José Eduardo Ciotola Gussem, e pelo procurador-chefe da PR/RJ, Rafael Barretto.
Objetivos - A cooperação técnica consiste no intercâmbio de tecnologias, conhecimentos e informações Intercâmbio de dados, informações e tecnologias para desenvolvimento de trabalhos específicos, mediante negociação entre os partícipes; na realização de trabalhos conjuntos em áreas de interesse comum, observadas as normas que disciplinam o planejamento das unidades envolvidas; no compartilhamento de boas práticas, por meio da troca de experiências, que visem à qualificação dos membros e equipe técnica das unidades envolvidas, em atividades de análise de dados, inteligência e combate à criminalidade; no desenvolvimento conjunto de metodologias, processos de trabalho e tecnologias específicas da atividade de análise de dados e inteligência e no compartilhamento de tecnologias e utilização de laboratórios periciais para desenvolvimento de trabalhos específicos, mediante negociação entre os partícipes.
Com vigência de 60 meses, a parceria estimula boas práticas na área da gestão do conhecimento e combate à criminalidade, permitindo o compartilhamento de recursos indispensáveis à organização estratégica das instituições, que não pode ser deixados de lado por órgãos que cuidam de relevantes interesses sociais.
“Esse termo de cooperação formaliza uma parceria que já existe há algum tempo, estreitando os laços entre o Ministério Público Federal e o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, permitindo o compartilhamento do conhecimento, das técnicas de investigação e instrumentos tecnológicos utilizados pelos órgãos no combate à macrocriminalidade,” analisa o coordenador da força-tarefa da Lava Jato no Rio de Janeiro, Eduardo El Hage.
O acordo foi assinado pelo procurador-geral de Justiça, José Eduardo Ciotola Gussem, e pelo procurador-chefe da PR/RJ, Rafael Barretto.
Objetivos - A cooperação técnica consiste no intercâmbio de tecnologias, conhecimentos e informações Intercâmbio de dados, informações e tecnologias para desenvolvimento de trabalhos específicos, mediante negociação entre os partícipes; na realização de trabalhos conjuntos em áreas de interesse comum, observadas as normas que disciplinam o planejamento das unidades envolvidas; no compartilhamento de boas práticas, por meio da troca de experiências, que visem à qualificação dos membros e equipe técnica das unidades envolvidas, em atividades de análise de dados, inteligência e combate à criminalidade; no desenvolvimento conjunto de metodologias, processos de trabalho e tecnologias específicas da atividade de análise de dados e inteligência e no compartilhamento de tecnologias e utilização de laboratórios periciais para desenvolvimento de trabalhos específicos, mediante negociação entre os partícipes.

