Workshop sobre provas eletrônicas e crimes cibernéticos promovido por MPF e OEA capacita 100 pessoas
A Secretaria de Cooperação Internacional (SCI) e o Grupo de Apoio sobre Criminalidade Cibernética da Câmara Criminal do Ministério Público Federal (MPF) realizaram, nesta quinta-feira (25), a abertura do workshop Cibersegurança: Provas Eletrônicas e Crimes Cibernéticos. Trata-se do último curso de uma série de três treinamentos sobre a matéria ciber promovida virtualmente este ano, em conjunto com a Organização dos Estados Americanos (OEA), e financiados pelo Foreign & Commonwealth Office (FCO), do Reino Unido. A capacitação de nível básico, que continua nesta sexta-feira (26), conta com a presença de 100 participantes, entre membros e servidores do MPF e integrantes de Ministérios Públicos estaduais e das Polícias Federal e Civil.
Ao dar início ao workshop, a secretária adjunta de Cooperação Internacional do MPF, Anamara Osório, frisou que a parceria com a OEA possibilitou o aprimoramento da técnica e a ampliação de capacidades a diversos agentes aplicadores da lei para lidar com provas eletrônicas na investigação de delitos civis ou criminais. “A iniciativa nos permitiu atingir públicos-alvo distintos em níveis avançado, intermediário e básico de conhecimento em cibersegurança, tema que tem estado cada vez mais presente na rotina de integrantes do Ministério Público. A modalidade virtual possibilitou amplo alcance de participantes em todo o Brasil e, também, maior facilidade de envolvimento de palestrantes internacionais", destacou Anamara Osório.
Nesta última edição do curso, o foco são dois temas: os fundamentos básicos do tratamento da prova eletrônica, abordado pelas procuradoras da República Fernanda Domingos e Melissa Blagitz, do Grupo de Apoio sobre Criminalidade Cibernética da Câmara Criminal do MPF (2CCR), e a Convenção de Budapeste, assunto tratado por Pedro Verdelho, coordenador do gabinete de Cibercrime do Ministério Público de Portugal.

