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PGR fomenta iniciativas voltadas para inovação e sustentabilidade

Secretaria-geral criou assessoria para racionalizar gastos e promover o respeito ao meio ambiente, novas tecnologias e soluções inteligentes

O Ministério Público Federal conta agora com uma Assessoria de Sustentabilidade e Inovação (ASI). Criada pelo secretário-geral do MPF, Alexandre Camanho, a ASI vai auxiliar nos trabalhos de uma gestão focada na racionalização de gastos da instituição, no respeito ao meio ambiente, na promoção de novas tecnologias e em soluções inteligentes.

Com a Emenda Constitucional nº 95/2016 – que instituiu o Novo Regime Fiscal, implementando o teto para os gastos públicos federais –, essas medidas são essenciais para o bom funcionamento da máquina pública. A ASI atuará para trazer mais eficiência e economia no uso dos recursos, integração entre as áreas – respeitando suas particularidades – e valorização da força de trabalho.

Criada em junho, a ASI está trabalhando em conjunto com as secretarias nacionais para fazer diagnósticos e propor novas soluções. Além disso, a assessoria está promovendo uma série de reuniões e encontros com outros órgãos públicos, fazendo benchmarking para trazer e adaptar melhores práticas para a casa e, ainda, negociando parcerias com instituições diversas. Entre elas estão o Laboratório de Inovação e Estratégia em Governo (LineGov) da UnB, a Escola Nacional de Administração Pública (Enap), a Rede de Inovação no Setor Público (InovaGOV), o Serviço de Limpeza Urbana do DF (SLU), o Superior Tribunal de Justiça (STJ), o Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) e o Ministério do Meio Ambiente.

O secretário-geral do MPF, Alexandre Camanho, afirma que a inovação e a sustentabilidade são temas prioritários para essa gestão. Aliar os dois, segundo ele, é fundamental, pois deverá trazer mais benefícios para a instituição, para a sociedade e para os servidores e membros. “Associar essas temáticas é trabalhar de forma mais consciente, promovendo ações que apresentem resultados positivos para o nosso presente e o para o nosso futuro”, salientou.

De acordo com Camanho, trazer as duas vertentes para as rotinas da instituição, despertando a consciência do servidor e a melhoria dos serviços, corroboram com missão do MPF de agir em prol do bem público. “As cobranças e melhorias que fazemos lá fora, defendendo os direitos do cidadão, ordem jurídica e fiscalizando o cumprimento das leis, devem começar dentro da nossa própria casa”, pondera.

Para garantir essa transformação de cultura, a ASI atua sob a ótica do diálogo e da integração, respeitando as particularidades das áreas, das unidades e da força humana que compõe o MPF. Serão promovidas pesquisas, eventos, capacitações, debates e rodas de conversa.

A ASI absorveu os trabalhos da antiga Divisão de Sustentabilidade, como o Programa de Gestão de Resíduos Sólidos, o Programa de Gestão Socioambiental e o cumprimento do Manual de Contratações Sustentáveis.

Além disso, a ASI está construindo a Política de Inovação do MPF, que deverá promover soluções criativas para demandas, valorizar talentos da casa, estabelecer parcerias com outros órgãos e a integração entre as diversas áreas da instituição.

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