Raquel Dodge recebe condecoração Ordem do Mérito da Segurança Pública
A procuradora-geral da República (PGR), Raquel Dodge, foi homenageada em solenidade no Palácio da Justiça, em Brasília, nesta quarta-feira (12). A condecoração Ordem do Mérito da Segurança Pública foi concedida à PGR e outras personalidades civis e militares com o objetivo de premiar as importantes contribuições dessas pessoas ao Ministério da Segurança Pública.
Durante o evento o ministro da pasta, Raul Jungmann, agradeceu ao grupo de cerca de 60 participantes e ressaltou a importância de reconhecer o desempenho do grupo homenageado para a multiplicação de boas práticas que valorizam a vida. “Falar de segurança pública é falar de vida; é falar de respeito à lei, de respeito à democracia. Não há possibilidade de uma sociedade prosperar sem que haja ordem e que esta ordem seja evidentemente legítima”, frisou Raul Jungmann.
A Ordem do Mérito da Segurança Pública foi criada em setembro deste ano por meio do Decreto 9.490. A homenagem é destinada a civis e militares, brasileiros ou estrangeiros, que prestaram relevantes serviços ao Ministério da Segurança Pública. Além destas personalidades, organizações militares e instituições civis que prestaram relevantes serviços ao MSP no desempenho de missões constitucionais também recebem a condecoração.

Combate à corrupção – Na semana internacional de combate à corrupção integrantes do Ministério Público Federal (MPF) também foram homenageados em evento realizado pelo Ministério da Transparência e Controladoria-Geral da União (CGU), pela contribuição no combate à corrupção. Foram premiados a procuradora da República Raquel Branquinho, responsável pela Secretaria da Função Penal Originária no Supremo Tribunal Federal da Procuradoria-Geral da República (PGR), o procurador da República Davi Pracucho, o procurador da República João Paulo Holanda, o procurador da República, Thiago Lacerda e o procurador da República, André Bertuol.
Durante a cerimônia, o ministro da Transparência e CGU, Wagner Rosário, apresentou levantamento do órgão que aponta para a restituição de R$ 7,23 bilhões aos cofres públicos por meio das ações de controle interno no governo federal, em 2018. O ministro atribuiu o sucesso da política pública ao aperfeiçoamento dos mecanismos de integridade junto aos órgãos da administração pública, com enfoque em três eixos de atuação: prevenção, detecção e punição.
No eixo detecção, a CGU destacou a parceria do MPF em operações de combate à corrupção. Ao todo, em 2018, foram 33 operações com o objetivo de apurar prejuízo de R$ 298 milhões. Desde 2003, já são 353 ações investigativas, que apontaram cerca de R$ 5 bilhões de danos ao erário. As principais políticas públicas afetadas são relacionadas às áreas da saúde e educação (69% das operações).
*com informações da CGU

