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Pela primeira vez, PRR4 realiza processo de heteroidentificação em uma seleção de estagiários

Cinco estudantes concorrem às vagas destinadas a pessoas negras

A PRR4 começou, nesta quinta-feira (23), a integrar o processo de heteroidentificação às seleções de estagiários. O objetivo é garantir que os 30% de vagas destinadas a pessoas negras pela Resolução CNMP 217/2020 e pelo edital do processo seletivo sejam efetivamente ocupados por elas.

Três integrantes da Comissão Ordinária de Heteroidentificação realizaram as primeiras entrevistas. "Dos cinco candidatos que se inscreveram pelo sistema de cotas, entrevistamos três: duas mulheres e um homem", conta presidente da comissão, a servidora Silvana Andreis. "Estamos muito felizes, com a sensação de dever cumprido, de ter contribuído para evitar o desvirtuamento da política pública de cotas", explica.

Nas entrevistas, a comissão usa exclusivamente critérios fenotípicos para confirmar a veracidade e a conformidade da autodeclaração de estudantes que se inscreveram como pretos e pardos. Os que tiverem o enquadramento indeferido podem apelar para a Comissão Recursal.

Comissões - Tanto a Comissão Ordinária quanto a Comissão Recursal de Heteroidentificação foram instituídas pela Portaria PRR4 Nº 132, de 10.09.21. A primeira é composta por um procurador regional da República, três servidoras e um servidor; a segunda, por uma servidora e dois servidores.

Direito e Biblioteconomia - Segundo o coordenador de Gestão de Pessoas, Eduardo Lotuffo Stradolini, candidataram-se para o atual processo seletivo 54 estudantes: 46 para Direito (28 mulheres e 18 homens) e oito para Biblioteconomia (sete mulheres e um homem). As provas serão realizadas no formato online, em outubro.

 

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