MPF/RJ realiza debate para desfazer mitos sobre legalização de jogos de azar
Os custos e prejuízos da legalização dos jogos de azar, previstos em dois projetos de lei que tramitam no Congresso Nacional (PLC442/1991 e PLS 186/2014), serão debatidos por membros do MPF e especialistas em economia, gestão pública e saúde na próxima quinta-feira, 25 de novembro,de 10h, às 12h, no auditório da Procuradoria da República no Rio de Janeiro (v. abaixo).
O debate tem entrada livre e é o segundo do ciclo “Legalizar a jogatina é solução para o país?”, parceria do movimento Brasil sem Azar com o Ministério Público Federal (MPF) e a Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal no Brasil (ANFIP).
O debate no Rio pretende desfazer mitos e lugares comuns que defensores da legalização dos jogos de azar têm difundido com intensidade, mas sem respaldo na realidade brasileira – em especial a do Estado do Rio de Janeiro. A abertura será realizada pelo procurador regional da República José Augusto Vagos, que durante anos trabalhou para fechar casas ilegais de bingo e desmantelar suas quadrilhas no Rio e que hoje integra a Força-Tarefa Lava-Jato no Rio.
O mediador será o desembargador José Muiños Piñeiro Filho, do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJ-RJ) e ex-membro da Comissão de Reforma do Código Penal, que transformou a contravenção do jogo em crime. A programação prossegue com o economista Ricardo Gazel, ex-profissional do Federal Reserve Bank e Banco Interamericano de Desenvolvimento, e a psicóloga Suely Sales Guimarães, que há mais de 20 anos atende e estuda compulsões.
Debate “Legalizar a jogatina é solução para o país?”
Dia: 25/11, das 10h às 12h
Auditório da Procuradoria da República no Rio de Janeiro
Av. Nilo Peçanha, 31, auditório do 6ª andar, Centro, Rio
Entrada gratuita, sem inscrição prévia (sujeita à lotação do auditório).

