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Augusto Aras defende a unidade do MP em posse de conselheiras do CNMP

Aras ressaltou continuidade da força da mulher na gestão do CNMP. Pela primeira vez, as duas vagas da OAB no Conselho são ocupadas por mulheres

As conselheiras do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), Sandra Krieger e Fernanda Marinela, tomaram posse para o biênio 2019-2021 na manhã desta terça-feira (22), na sede do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), em Brasília-DF. A assinatura do termo de posse, que foi conduzida pelo procurador-geral da República e presidente do CNMP, Augusto Aras, marca o início do mandato das representantes da OAB na composição do CNMP.

Em discurso, Aras afirmou que a cerimônia acontecia em um momento especial para o Conselho: “O papel do CNMP coloca a instituição em uma posição de confiança para se afirmar como usina produtora de boas práticas, geradora de segurança jurídica e promotora da unidade de atuação”. O presidente da Casa disse ainda que o CNMP vem se afirmando como “maestro e regente” de novas práticas de gestão orçamentária e administrativa no Ministério Público. De acordo com Aras, o momento é uma oportunidade relevante para a unidade das carreiras do MP, da magistratura e da advocacia, formando o tripé da Justiça.

Augusto Aras também ressaltou o destaque das mulheres no CNMP: “Temos a continuidade da força da mulher brasileira na gestão 2019-2021”. Por fim, ele mencionou a importância da unidade do Ministério Público e o papel do Conselho nesse processo: “É momento de o CNMP afirmar sua identidade e preparar-se para a maturidade. É chegado o momento de verticalizar a atuação do CNMP, priorizando as atuações preventivas, e não somente as repressivas”.

Nas palavras da conselheira Sandra Krieger, “o CNMP é uma instituição fundamental para a ordem jurídica brasileira e para a consolidação do Estado Democrático de Direito.  É, ainda, por sua própria natureza, um órgão aberto, plural e democrático. A presença da OAB na composição do Conselho assegura a percepção da sociedade e traz diversidade de ideias, contribuindo para aproximar as pautas da advocacia brasileira”. Ela ainda celebrou a presença feminina na instituição: “É primeira vez que duas mulheres vão representar a OAB no CNMP. Espero realçar a representatividade feminina”.

Já a conselheira empossada Fernanda Marinela afirmou que o CNMP é relevante para o exercício da cidadania e para o cumprimento das leis no país, além de ser um conciliador do Ministério Público brasileiro. “A pluralidade do CNMP é seu grande diferencial. No Conselho estão agregadas todas as experiências e competências. Como mulher, advogada, professora e acadêmica, tenho o sincero desejo de contribuir para o engrandecimento da instituição”. Marinela acrescentou que pretende imprimir a própria experiência profissional, além de muito trabalho e dedicação durante o mandato.

Compuseram a mesa de honra da cerimônia, além de Augusto Aras, os conselheiros do CNMP Luciano Nunes Maia, Luiz Fernando Bandeira e Otavio Luiz Rodrigues Jr.; os conselheiros nomeados que tomam posse nesta tarde de terça-feira Sebastião Caixeta, Rinaldo Reis Lima e Silvio Amorim. Ademais, o corregedor Nacional de Justiça, ministro Humberto Martins (representante do presidente do Supremo Tribunal de Justiça e do Conselho Nacional de Justiça, Dias Toffoli); o presidente nacional da OAB, Felipe Santa Cruz; o secretário-geral interino do CNMP, Maurício Andreioulo; e os membros honorários vitalícios do Conselho Federal da OAB Cézar Britto, Ophir Cavalcante, Marcus Vinícius Furtado e Claudio Lamachia.

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Com informações da Secretaria de Comunicação Social do Conselho Nacional do Ministério Público

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