MP Eleitoral processa grupo político de Campos (RJ) e pede absolvição de Wladimir Matheus
Para PRE, investigações da Operação Chequinho demonstram existência de associação criminosa
O Ministério Público Eleitoral tem conseguido condenar réus da Operação Chequinho por compra de votos a partir do programa Cheque Cidadão, da Prefeitura de Campos (RJ), usando provas que, no caso de Wladimir Matheus, filho do ex-governador Anthony Garotinho, a Procuradoria Regional Eleitoral (PRE) avaliou serem insuficientes para uma condenação na segunda instância. O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) tem acolhido os pareceres da PRE, confirmando penas da Zona Eleitoral em Campos (100ª ZE), como a cassação de vereadores de um mesmo grupo político.
Em manifestação ao Tribunal, o procurador regional eleitoral Sidney Madruga considerou que, por mais que tenha ficado demonstrada a existência de uma associação criminosa especializada em comprar votos a partir do uso do programa Cheque Cidadão, faltariam provas suficientes de que Wladimir Matheus integrou essa associação que seu pai é acusado de chefiar. Além de associação criminosa, Matheus foi condenado inicialmente por corrupção eleitoral e supressão de documentos.
“O estratagema criminoso deturpou o uso do programa social Cheque Cidadão, de forma espúria e sabidamente ilícita, em favor de um grupo político, nas eleições municipais de 2016, para perfazer uma robusta bancada de parlamentares na Câmara Municipal, que garantisse sustentação política ao candidato da situação, Dr. Chicão, ao pretenso sucessor da então prefeita Rosinha Garotinho”, disse o procurador regional eleitoral em seu parecer.
Em manifestação ao Tribunal, o procurador regional eleitoral Sidney Madruga considerou que, por mais que tenha ficado demonstrada a existência de uma associação criminosa especializada em comprar votos a partir do uso do programa Cheque Cidadão, faltariam provas suficientes de que Wladimir Matheus integrou essa associação que seu pai é acusado de chefiar. Além de associação criminosa, Matheus foi condenado inicialmente por corrupção eleitoral e supressão de documentos.
“O estratagema criminoso deturpou o uso do programa social Cheque Cidadão, de forma espúria e sabidamente ilícita, em favor de um grupo político, nas eleições municipais de 2016, para perfazer uma robusta bancada de parlamentares na Câmara Municipal, que garantisse sustentação política ao candidato da situação, Dr. Chicão, ao pretenso sucessor da então prefeita Rosinha Garotinho”, disse o procurador regional eleitoral em seu parecer.

