MPF se reúne no local das mudas da Floresta dos Atletas semeadas na abertura da Olimpíada 2016
O Comitê Organizador não solucionou a questão e a Associação Mico Leão Dourado se ofereceu para plantar e cuidar das mudas
O Ministério Público Federal (MPF) realizou na última terça-feira (18), uma reunião com a empresa Biovert e a Associação Mico-Leão-Dourado (AMLD) para tratar da destinação das mudas semeadas durante a abertura da Olimpíada de 2016, no Rio de Janeiro. Na ocasião, foram plantadas mais de 11 mil sementes que deveriam formar a Floresta dos Atletas, prevista para ser estabelecida no Parque Radical de Deodoro. A reunião foi no local em que a empresa Biovert mantém as mudas até hoje.
A proposta apresentada pela AMLD ao Grupo de Trabalho Olimpíadas 2016, do MPF, é utilizar a propriedade adquirida este ano pela Associação, com 237 hectares, para plantio dessas mudas. Eles tomaram conhecimento do problema da destinação através da mídia e se interessaram pelo tema, já que o objetivo da propriedade é viabilizar a conexão florestal da Reseva Biológica de Poçco das Antas e a passagem da fauna no local onde vai ser construído um viaduto vegetado sobre a BR-101, o primeiro do Brasil em rodovias federais. Por isso, a AMLD assumiu o compromisso de recuperar cem hectares de Mata Atlântica e ainda pretende implantar o parque ecológico Mico Leão Dourado, com objetivos de pesquisa, educação ambiental e ecoturismo.
A Associação Mico-Leão-Dourado é uma organização não governamental brasileira sem fins lucrativos, com sede em Silva Jardim (RJ), que trabalha pela conservação da natureza e coordena esforços para retirar do risco de extinção o mico-leão-dourado, espécie ameaçada e endêmica do interior do estado do Rio de Janeiro. A propriedade foi oferecida sem custos para plantio imediato das mudas semeadas pelos atletas. Dessa forma, fica assegurado também o acompanhamento técnico, manutenção e monitoramento para que a floresta seja plenamente recuperada.
A partir da reunião, o MPF vai oficiar ao Comitê Organizador dos Jogos sobre as soluções para esse compromisso assumido internacionalmente. "O MPF é contra a utilização de mais dinheiro público nessa questão. Cabe ao Comitê explicar como contratou a cerimônia de plantação das sementes, sem se preocupar com o posterior estabelecimento da floresta", afirma o procurador Leando Mittidieri.
A proposta apresentada pela AMLD ao Grupo de Trabalho Olimpíadas 2016, do MPF, é utilizar a propriedade adquirida este ano pela Associação, com 237 hectares, para plantio dessas mudas. Eles tomaram conhecimento do problema da destinação através da mídia e se interessaram pelo tema, já que o objetivo da propriedade é viabilizar a conexão florestal da Reseva Biológica de Poçco das Antas e a passagem da fauna no local onde vai ser construído um viaduto vegetado sobre a BR-101, o primeiro do Brasil em rodovias federais. Por isso, a AMLD assumiu o compromisso de recuperar cem hectares de Mata Atlântica e ainda pretende implantar o parque ecológico Mico Leão Dourado, com objetivos de pesquisa, educação ambiental e ecoturismo.
A Associação Mico-Leão-Dourado é uma organização não governamental brasileira sem fins lucrativos, com sede em Silva Jardim (RJ), que trabalha pela conservação da natureza e coordena esforços para retirar do risco de extinção o mico-leão-dourado, espécie ameaçada e endêmica do interior do estado do Rio de Janeiro. A propriedade foi oferecida sem custos para plantio imediato das mudas semeadas pelos atletas. Dessa forma, fica assegurado também o acompanhamento técnico, manutenção e monitoramento para que a floresta seja plenamente recuperada.
A partir da reunião, o MPF vai oficiar ao Comitê Organizador dos Jogos sobre as soluções para esse compromisso assumido internacionalmente. "O MPF é contra a utilização de mais dinheiro público nessa questão. Cabe ao Comitê explicar como contratou a cerimônia de plantação das sementes, sem se preocupar com o posterior estabelecimento da floresta", afirma o procurador Leando Mittidieri.

