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MPF na 3ª Região cria comissão interna para discutir igualdade de gênero e raça

Programa vem sendo implementado nas unidades de todo o país desde março de 2017

Foi instituída, na última segunda-feira (24), a Comissão de Gênero e Raça da Procuradoria Regional da República da 3ª Região (PRR3). A comissão foi criada com o objetivo de discutir a temática da equidade, buscando implementar medidas que favoreçam, assegurem e promovam a igualdade de raça e gênero no âmbito da Procuradoria.

A iniciativa responde a uma sugestão da coordenadora do Comitê Gestor de Gênero e Raça do Ministério Público Federal, instituído em março de 2014. Em ofício enviado a todas as unidades do MPF, a subprocuradora-geral da República Ela Wiecko sugeriu a criação de comissões em todas as unidades estaduais e regionais da instituição, com o objetivo de fortalecer práticas de gestão que mudem culturas e mecanismos institucionais que porventura reproduzam disparidade de acesso a oportunidades. A ideia é promover iniciativas internas e junto à sociedade que tratem das noções gerais de igualdade racial e de gênero.

Igualdade no trabalho - A Comissão da PRR3 será presidida pela procuradora regional da República Denise Neves Abade. Ela conta em sua composição com os procuradores Janice Agostinho Barreto Ascari, João Francisco Bezerra de Carvalho, e com os servidores Ana Maria Ferrari, Rafael Rios Ribeiro, Denise Alves Chicoli e Pedro Lucas Borba Pereira. Em suas atividades, manterá contato constante com o comitê do MPF que trata do tema, tanto para capacitação de seus integrantes nos temas do Programa Pró-Equidade de Gênero e Raça, quanto para dialogar sobre as ações a serem desenvolvidas.

A comissão foi instituída pela Portaria nº 224, de 24 de julho de 2017, assinada pela procuradora-chefe da PRR3 Maria Cristiana Simões Amorim Ziouva. Para a procuradora Denise Abade, que a preside, “a constituição da Comissão de Gênero e Raça nesta Procuradoria Regional é sem dúvida um passo adiante para a construção de novas relações no ambiente interno, visando assegurar que uma base sólida de igualdade de gênero e raça esteja incorporada também na agenda interna do Ministério Público Federal. Não podemos negar que fazemos parte de um debate historicamente em evolução quando falamos em equidade e tenho a absoluta convicção de que medidas que visam fortalecer um ambiente interno sem discriminação terão repercussão positiva também externamente”.

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