Raquel Dodge empossa procuradora da República
A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, deu posse a Marília Siqueira da Costa Silva, nesta terça-feira (28), que foi aprovada no 29º concurso público para o cargo de procurador da República. Ao empossar a nova integrante, que atuará em Guanambi (BA), a PGR enfatizou o papel que o MPF desempenha na sociedade, destacando que a instituição luta, há anos, para que sejam cumpridos os mandamentos constitucionais, da dignidade humana, dos valores sociais do trabalho e, principalmente, para que os direitos dos menos favorecidos sejam garantidos por meio de ações judiciais e extrajudiciais.
“É preciso lembrar também nosso trabalho cotidiano enfrentando a corrupção e a lavagem de dinheiro, crimes que corroem o patrimônio público e dificultam o financiamento de políticas públicas, que seriam destinadas, sobretudo às áreas de educação, saúde e infraestrutura, de modo a permitir que aqueles menos favorecidos tenham vez e voz na vida civil”, destacou Raquel Dodge. Já o presidente da ANPR, Fábio George da Cruz Nóbrega, salientou que os novos integrantes ajudam a renovar a alma do MPF e que é por meio do diálogo que se continua a construir solidamente a história da instituição.
Também participaram da cerimônia o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, o deputado federal Mário Heringer (PDT/MG), o vice-PGR, Luciano Mariz Maia, o secretário-geral do MPF, Alexandre Camanho, o presidente da Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR), Fábio George da Cruz Nóbrega, além de outros membros do MPF, amigos e familiares de Marília Siqueira.
Perfil – Marília Siqueira da Costa Silva formou-se em Direito em 2013, pela Universidade Federal da Bahia (UFBA). Ela exerceu a advocacia na área de contencioso civil e empresarial em Salvador e também em São Paulo, onde concluiu o mestrado em processo civil pela Universidade de São Paulo (USP). “Prometo dar fiel cumprimento à nossa Constituição Federal e demais normas que compõem nosso regulamento jurídico, bem como garantir a observância no exercício de minhas atribuições, proteger o regime democrático de direito, os interesses sociais, os direitos individuais indisponíveis, com a firme atuação no combate à corrupção, fiscalização do uso da verba pública e, sobretudo, poder falar e dar a voz a quem teme, pelas mais diversas razões, a segregação e marginalização sociais, atuando pela tutela de direitos e ocupação de seus espaços”, declarou Marília.

