PGR empossa procurador-geral de Justiça Militar e novo secretário-geral do CNMP
O procurador-geral da República, Augusto Aras, empossou na tarde desta segunda-feira (13) o novo procurador-geral do Ministério Público Militar (MPM), Antônio Pereira Duarte, e o novo secretário-geral do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), Jaime de Cassio Miranda. Em decorrência das medidas de distanciamento social adotadas em todo o Ministério Público da União (MPU) como forma de evitar a transmissão do novo coronavírus, a cerimônia foi restrita aos novos gestores e a alguns convidados, como o procurador-geral do Trabalho, Alberto Balazeiro, o chefe de gabinete da PGR, Alexandre Espinosa, a secretária-geral adjunta do MPU, Eliana Torelli, e o conselheiro do CNMP Marcelo Weitzel.
Ao dar as boas vindas aos empossados, o procurador-geral destacou tratar-se de uma cerimônia que, embora pequena é densa por oficializar duas posses e concretizar compromissos de unidade institucional. “Conseguimos fazer com que o MP brasileiro possa ser tratado como classicamente é concebido: uno e indivisível”. Destacou ainda que, conforme a Constituição brasileira, há apenas um Ministério Público, que segue uma organicidade própria para a especialização de funções. “Na prática e na teoria, somos todos iguais. Temos os mesmos direitos, as mesmas garantias e as mesmas prerrogativas”. Se dirigindo aos novos gestores, Aras desejou sorte e sucesso nos postos, afirmando estar disponível para auxiliar no exercício das atribuições. “Essa é a nossa vocação, servir e servir bem àquele que é o destinatário dos nossos cuidados, o cidadão, que é o indivíduo, que é a nação”, completou.
Tanto o novo secretário-geral do CNMP quanto o novo PGJM agradeceram a confiança do procurador-geral e também destacaram a disposição de trabalhar pela unidade institucional. “Irei para a Secretaria-Geral do CNMP com o mesmo espírito que fui para todas as minhas missões administrativas, para buscar o melhor para o MP”, frisou Jaime Miranda, que conclui o exercício de dois mandatos à frente do MPM. “A missão é espinhosa, é árdua, o desafio é hercúleo sobretudo pelo momento, mas não faltarão coragem, determinação e o espírito público para conduzir a instituição pelos próximos dois anos”, sintetizou Antônio Duarte, lembrando a importância do Ministério Público para toda a sociedade.

