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Eleições 2016: MP Eleitoral no RS acompanha e fiscaliza o pleito

Seções localizadas no Presídio Central e na Case POA I foram visitadas, assim como a votação paralela, na PUCRS; à tarde, compromissos foram encerrados no TRE-RS

Neste domingo, 30 de outubro, eleitores foram às urnas para escolher os prefeitos de quatro municípios gaúchos onde houve segundo turno: Porto Alegre, Canoas, Santa Maria e Caxias do Sul. Na Capital, como tradicionalmente fazem, membros do Ministério Público Eleitoral passaram o dia percorrendo a cidade para fiscalizar o pleito.

Pela manhã, o procurador regional eleitoral no Rio Grande do Sul, Marcelo Veiga Beckhausen, e o coordenador do gabinete de assessoramento eleitoral do Ministério Público do RS (MP-RS), Rodrigo López Zilio, visitaram as seções de votação localizadas no Presídio Central de Porto Alegre e no Centro de Atendimento Socioeducativo Regional de Porto Alegre I (Case POA I), na Vila Cruzeiro. No presídio, foram recebidos pelo tenente Jorge Nei da Silva Machado. O local abriga 4,7 mil detentos e, desses, cerca de 270 estavam aptos a votar. Já na Case POA I, 37 internos poderiam ir à urna.

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Membros do MP eleitoral na seção eleitoral do Presídio Central (E) e na Case POA I

 
À tarde, Beckhausen e Zilio concederam entrevistas no Tribunal Regional Eleitoral (TRE/RS). Falaram, entre outros assuntos, sobre o aumento do volume processual nestas eleições em comparação com as de 2012 (também municipais), mesmo com o período de campanha reduzido pela metade, conforme novas regras da Justiça Eleitoral.

As manifestações do Ministério Público em processos no TRE/RS cresceram de 74%, por exemplo, de 1.515 em 2012 (6 de julho a 28 de outubro) para 2.635 neste ano (16 de agosto a 26 de outubro – quatro dias antes do segundo turno, quando foi realizado o último balanço).  "Acredito que o aumento de processos se deve à capacitação dos eleitores, dos partidos e das coligações em relação às novidades da lei eleitoral, que permitem uma fiscalização mais ampla em relação aos candidatos e à regularidade das eleições", avalia Beckhausen.

Ainda à tarde, os representantes do MP Eleitoral estiveram no prédio 50 da Pontifícia Universidade Católica (PUC) para verificar o andamento da votação paralela, presidida pela juíza do pleno do TRE-RS Gisele Anne Vieira de Azambuja. O procedimento, realizado desde 2002, é um mecanismo de auditoria utilizado pela Justiça Eleitoral para comprovar a segurança do voto eletrônico. No sábado pela manhã, Beckhausen havia acompanhado, no TRE, o sorteio das urnas utilizadas na votação paralela.

No final do domingo, os representantes do MP acompanharam, também no TRE, a apuração dos votos ao lado da presidente do Tribunal, desembargadora Liselena Schifino Robles Ribeiro.

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Membros do MP eleitoral e a juíza Gisele Anne Vieira de Azambuja na votação paralela (E) e durante a apuração de votos, ao lado da desembargadora Liselena Schifino Robles Ribeiro

 

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