PRE/RJ recorre ao TSE para condenar Crivella por abuso de poder
Ele é acusado de fazer campanha em templo da Universal em Duque de Caxias (RJ)
A Procuradoria Regional Eleitoral no Rio de Janeiro (PRE/RJ) recorreu ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para condenar Marcelo Crivella (PRB) por abuso de poder econômico durante campanha ao governo do estado nas eleições de 2014. Ele é acusado de usar templo da Igreja Universal em Duque de Caixas (RJ) para promover sua candidatura.
Segundo a PRE/RJ, apesar da absolvição pelo Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE/RJ), a vasta quantidade de evidências coletadas pela equipe de fiscalização eleitoral mostra que é incontroverso o abuso de poder. Entre as provas, há fichas cadastrais contendo título de eleitor, zona e seção eleitoral dos fiéis, comprovantes de votação no 1º turno, santinhos e adesivos, além de uma proposta sobre como angariar votos no município.
“A utilização da Universal, dada a grandiosidade da infraestrutura e serviços oferecidos, consistiu em flagrante abuso dos recursos econômicos com o intuito de desequilibrar as eleições”, argumenta o procurador regional eleitoral Sidney Madruga.
Na ação, também são réus o candidato a vice-governador da mesma chapa, José Alberto da Costa Abreu, e o pastor William Belo Campos. Se condenados, eles podem ficar inelegíveis por oito anos.
Segundo a PRE/RJ, apesar da absolvição pelo Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE/RJ), a vasta quantidade de evidências coletadas pela equipe de fiscalização eleitoral mostra que é incontroverso o abuso de poder. Entre as provas, há fichas cadastrais contendo título de eleitor, zona e seção eleitoral dos fiéis, comprovantes de votação no 1º turno, santinhos e adesivos, além de uma proposta sobre como angariar votos no município.
“A utilização da Universal, dada a grandiosidade da infraestrutura e serviços oferecidos, consistiu em flagrante abuso dos recursos econômicos com o intuito de desequilibrar as eleições”, argumenta o procurador regional eleitoral Sidney Madruga.
Na ação, também são réus o candidato a vice-governador da mesma chapa, José Alberto da Costa Abreu, e o pastor William Belo Campos. Se condenados, eles podem ficar inelegíveis por oito anos.

